As 10 Grandes Lições Que Aprendi Com Os 10 Primeiros Episódios Do GrowthCast - Max Peters

As 10 Grandes Lições Que Aprendi Com Os 10 Primeiros Episódios Do GrowthCast

Dia 31/03 comecei uma nova etapa na minha vida. Foi o dia em que lancei o GrowthCast, o podcast definitivo para empreendedores e marqueteiros, em português.

Por enquanto, só lancei 3 entrevistas, sendo que já gravei 11 delas. Pensando nisso, resolvi criar esse artigo com as principais lições que aprendi nos primeiros 10 episódios que gravei.

Entenda que essas lições só tocam na ponta do Iceberg. Elas são apenas o começo de conversas muito mais profundas que tive com cada um dos entrevistados. Para ter a experiência completa, sugiro que você assine o podcast no Itunes ou no Soundcloud.

Por enquanto, fique com as 10 grandes lições que tive:

 

Bônus – lições que aprendi comigo mesmo

  1. O poder de prazos
  2. Melhoramento continuo
  3. Melhor fazer do que esperar – actions beats everything
  4. Mentes movidas por objetivos
  5. O que é medido, é melhorado

—-

#1 – Como hackear algoritmos sem precisar ser um hacker – Rafael Braga-Kribitz

“É só você pensar pela cabeça deles”, o Kribitz estava me explicando, “O que você acha que eles querem que aconteça no feed? O que você acha que eles querem incentivar”. Ele estava me falando sobre o Linkedin. A bola da vez era que deveríamos pensar nos engenheiros que trabalham no algoritmo do Linkedin.

A ideia, é pensar do lado deles: o que eles querem promover? O que eles querem que ganhe mais alcance? Que comportamentos eles querem incentivar?

No caso do Linkedin, o Kribitz percebeu que o Linkedin passa a dar mais alcance para quem posta com maior frequência. Quanto mais você publica, mais alcance você tem. Maior a recompensa. Se você parar para pensar, faz bastante sentido.

O Linkedin quer que você poste bastante, e para incentivar você a fazer isso, começa a te dar cada vez mais alcance. Logo, chegamos a lição principal que você deve ter quando quiser “hackear” o algoritmo de qualquer plataforma: pense pelo lado dos criadores.

O que faria sentido ser “promovido” e ter mais alcance?

Se você fizer essa pergunta várias vezes, pode começar a entender cada vez mais cada plataforma, e é com esse modelo mental que passei a olhar cada canal de comunicação. Sugiro você fazer o mesmo.

Lição bônus: durante nossa entrevista eu fiz um experimento mental com o Kribitz em que dei o desafio para ele montar o plano de tração de uma empresa – do zero. No final do desafio, percebi que ele passou por um framework poderoso de marketing. Mas ele fez isso inconscientemente. E mais impressionante ainda, ele nem conhecia o framework.

O que isso quer dizer?

Que a experiência própria faz você construir seus próprios frameworks. Os testes diários e a “mão na massa” são seus maiores alicerces para se formar como um bom profissional.

 

#2 – A primeira coisa que você deveria fazer quando começar seu processo de growth – Gabriel Costa

Fiz um experimento interessante na minha conversa com o Mineiro.

Propus o seguinte: “se você tivesse uma padaria, qual seria a primeira coisa que faria para aumentar sua receita?”. O Mineiro nunca teve uma padaria. Ele nunca teve experiência com b2c. Mas o que ele tem é um modelo mental poderoso para se pensar em negócios e crescimento. E é isso que ele usou na sua resposta.

O que ele disse? Disse que começaria pelas “low hanging fruits”, ou seja, pelas “frutas prestes a cair”. Aquelas mais fáceis de serem colhidas. No exemplo da padaria, ele seguiu, “Imagino que os sucos sejam um dos alimentos com as maiores margens.”.

“O que eu faria então, é pensar em diversas maneiras de aumentar seu consumo”. “Rodaria vários experimentos a fim de vender mais suco”.

A verdade é essa: todo negócio tem seu suco e suas frutas prontas a cair. Basta nos perguntarmos: qual o suco do meu negócio? Que recurso posso usar para ter mais vantagem?

 

#3 – Como fechar qualquer venda em 7 etapas – Robson Del Fiol

Pense em alguma que você quer. Pode ser desde fechar um cliente, até fazer uma viagem para o exterior. Com essa metodologia proposta pelo Robson, o que você faz é o seguinte:

Quebre o objetivo em micro etapas, cada um com seu micro-objetivo.

Então, se, por exemplo, você quer fechar um grande cliente, a quebra das suas etapas pode ser mais ou menos assim:

  1. Adicionar prospect no linkedin
  2. Comentar algumas postagens
  3. Pedir a introdução de alguém
  4. Marcar uma reuniao
  5. Entender necessidades do cliente
  6. Fazer proposta
  7. Fechar cliente

Eu já fazia algo parecido que chamo de engenharia reversa, mas de qualquer maneira, trata-se de um conceito incrível que pode ser usada para praticamente qualquer coisa na vida. Até mesmo para viralizar um conteúdo no facebook.

Coisa que o Willian Binder me ensinou:

 

#4 – Como viralizar no facebook (não é o que você pensa)  – Willian Binder

Nem tudo é como você imagina. Quando eu pensava sobre o que faz um artigo ser viral no facebook, a primeira coisa que eu imaginava eram as headlines.

Sim, elas são importantes, mas você nunca cria um viral sem antes ter um CTR bom. E o que impacta mais no CTR?

As imagens.

O Will me mostrou como as imagens formam uma parte bem importante dos testes que ele roda na Awebic. Sem imagem boa, que chame a atenção, você não tem um viral.

Portanto, criar um artigo viral é um combo. É uma boa imagem com uma boa headline.

Depois de ter várias versões possíveis dessas duas partes, você pode partir para montar sua máquina de testes. E como você faz isso?

O Edu Costa conseguiu me ajudar…

 

#5-  3 maneiras simples para aumentar a conversão do seu site – Edu Costa

CRO (Conversion Rate Optimization) ou otimização da conversão em português, é uma das disciplinas mais importantes do marketing digital.

Empresas que confiam no CRO vendem muito mais. O problema, é que CRO é algo bem trabalhoso e difícil de fazer. Normalmente, apenas empresas grandes têm os recursos para  implementar um bom CRO. Mas isso não deveria ser motivo para você ficar desanimado.

O Edu Costa contou 3 coisas simples que você pode fazer hoje mesmo para melhorar a conversão de todas suas páginas.

Aqui vão elas:

#1 – Entender de fato quem é sua persona, o que ele quer e como você pode entregar para ele.

Você tem que pesquisar qualitativamente e quantitativamente exatamente quem é seu cliente. Se você não souber do que ele precisa, você não consegue dizer alguma coisa que prenda sua atenção e faça ele converter.

Não é a toa que o maior erro que o Edu vê empresas cometendo é o de não ter uma proposta de valor ou ter uma muita fraca. Entender sua persona é o melhor remédio para esse problema e o primeiro passo para se construir uma boa proposta de valor.

#2 – Analisar os dados para identificar oportunidades. (Usar SemRush, google analytics, etc…)

Se você não está medindo os dados do seu site, não tem como você melhorar nada dele. Hoje em dia temos inúmeras ferramentas que analisam diferentes aspectos do seu site e da sua concorrência.

Faz sentido então usar elas da melhor maneira possível.  (Como esse é um tema extenso prefiro deixar aqui um link para um artigo do próprio Edu que entra em muito mais detalhes.)

#3 –  Analisar vulnerabilidades técnicas do site. Velocidade de carregamento, testes em diferentes navegadores e plataformas.

Não podemos nos esquecer de que a fricção, tudo aquilo que joga contra você e seu site, não vem apenas das palavras ou propostas de valor. O Edu lembrou de que um erro comum é deixar de lado vulnerabilidades técnicas, como tempo de carregamento.

Isso é um erro fatal. É só você se lembrar da sua própria experiência online. Quantos sites você não abandona apenas pela inconveniência de uma página demorar para carregar?

Pois é… não faça o mesmo no seu site.

Se você fizer essas 3 etapas e não aumentar consideravelmente a conversão de suas páginas, é porque tem alguma coisa bem errada… 

E depois de usar esses 3 maneiras simples para melhorar sua conversão, o que você pode fazer para levar tráfego as suas páginas – mas sem gastar 1 centavo em anúncios?

A próxima estratégia pode responder isso.

 

#6- Como criar R$20MI em receita por marketing de referência – Rodrigo Noll

Esse canal de marketing está dormindo na maioria das empresas. Que grande erro. Clientes referidos dão menos trabalho, convertem mais fácil e tendem a ter um churn menor.

Então por que será que usamos tão pouco dessa estratégia?

Depois de conversar com o Rodrigo, fiquei com umas ideias.

  1. Ficamos torcendo por referências de nossos clientes, em vez de ter um processo bem estruturado para estimular referências
  2. Não sabemos a hora certa de pedir referências
  3. Não damos incentivos bons suficientes

Então como é que se faz referência de verdade?

Eis o framework do grande Rodrigo Noll, que ajudou a SBTur a chegar em R$20M de receita recorrente tendo como grande aliado o programa de referências.

  1. Tenha incentivos duplos – tanto para a pessoa que está dando a referência, quanto para a pessoa que está recebendo
  2. Saiba a hora certa de pedir a referência. (Normalmente na hora da compra, ou depois de um bom resultado que o cliente tem com sua empresa)
  3. Tenho um incentivo que faça sentido para sua empresa. (Não adianta nada você dar prêmios que não tem nada a ver com seu produto)
  4. Crie um processo bem detalhado
  5. Faça testes constantes para ver o que funciona ou não

 

#7- o 80/20 do SEO – Rodolfo Sabino

SEO é simples se você pensar bem. Trata-se de tentar ajudar o google a responder as perguntas que as pessoas fazem nele. Seu site, então, deve conter as respostas para as perguntas que você julgar válidas para seu negócio.

Por isso, a primeira parte, o 20% de ações em SEO que levam a 80% dos resultados é você definir com uma boa precisão as palavras-chave que você quer ser encontrado.

Você quer ser achado por “consultor de marketing digital”? Então mostre pro google que você é uma boa resposta. Tenha essa palavra-chave distribuída no seu site. Tenha ela no footer, no sidebar, etc…

Mostre que outros sites apontam para você quando falam de consultoria em marketing digital (linked building). Construa uma presença em volta dessas palavras chaves.  

Agora, se SEO não faz parte dos seus canais de tração, essa próxima lição pode calhar muito bem…

 

#8- Como aumentar vendas de 4 dígitos com essa tática pouco usada – Marcelo Pimenta

A história é sempre a mesma quando se tenta vender algo online.

Faça uma landing page. Leve tráfego para ela. Converta, venda e teste. Mas o que o fazer quando você está vendendo algo mais caro do que ebook de R$7 ou um simples cadastro de e-mail? Na conversa que tive com Marcelo, eu descobri o que os Pros fazem.

Faz sentido depois que você parar para pensar.

É o seguinte: coloque uma ligação telefônica dentro do seu funil de vendas. Tenha um processo para identificar os leads mais qualificados e no momento certo, faça uma ligação para essa pessoa.

E nem adianta falar que você não tem equipe de vendas. Se essa é a verdade para sua empresa, quer dizer que você mesmo tem que pelo menos ligar para alguns clientes. Além de entender melhor para quem você está vendendo, você tem a chance de vender os seus produtos.

Marqueteiro online não quer fazer o papel de vendedor e vendedor não quer fazer marketing online Se você estiver disposto a fazer o que ninguém mais faz, vai colher resultados que ninguém mais tem.

E claro, que para começar a vender produtos, você tem que validar seu produto, ou até mesmo sua empresa inteira. E do jeito que o Leo Gmeiner fez, qualquer pessoa pode fazer.

 

9 – Como criar a validar sua start up enquanto você ainda tem um emprego – Leo Gmeiner

É uma história clássica de empreendedor.

  1. A pessoa tem um problema.
  2. Ela pensa como poderia solucionar esse problema.
  3. A solução vem na cabeça.
  4. Ela valida a solução.
  5. Ela faz um teste rápido (um MVP).
  6. Ela consegue seus primeiros clientes.
  7. Ela expande e cresce.

 

Essa é a história do Leo Gmeiner, que criou o FIlhoSemFila, um app que tem como objetivo diminuir o tempo de espera e a fila de carros na hora de buscar seu filho na escola.

O Leo teve a ideia enquanto estava a mais de 20 minutos na fila para buscar seu filho. Na hora que teve a ideia, já ligou para seu sócio. (Nota: já fica aqui a lição de aproveitar momentos de empolgação para sair da inércia). Pouco tempo depois eles já estavam criando a primeira versão do app.

Chegou a hora de testar. Onde ele foi? Claro, falar com o diretor da escola do filho. Em pouco tempo a primeira versão do app já estava sendo testada e usada. Depois, foi hora de expandir para mais escolas.

O que ele fez?

Mapeou no google dezenas e centenas de escolas e começou a discar o telefone. No hustle, na guerra, foi atrás de cada uma das escolas e começou a aprender o que elas realmente queriam.

Não só isso, mas passou boas tardes conversando com os seguranças das escolas! Outro cliente dele que ele não poderia ignorar. (Lição: pense em todos os clientes que você tem, diretos e indiretos). Como os seguranças eram na realidade as pessoas que estariam usando o app, ele tinha que saber exatamente qual era a experiência deles.

O resultado desse trabalho?

Em 4 anos o FilhoSemFIla já foi matéria dos principais jornais do Brasil, e já está presente em mais de 100 escolas. Agora, os planos são expandir internacionalmente com parcerias estratégicas.

 

10 – Como consertar erros em menos 1 dia podem fazer toda diferença – Braulio Medina

Ele podia ter ficado chorando. Podia ter se lamentado e pedido arrego. Mas não foi isso que o Braulio fez depois de errar em uma ação do GrowthTeam.

A ação tinha como objetivo promover gerar leads para o GrowthTeam. O que eles fizeram? Na primeira tentativa, mer**. Acontece que o Braulio colocou uma etapa a mais, uma única etapa a mais, que matou a conversão da ação.

Mas… No dia seguinte o Braulio percebeu o erro rapidamente e partiu para consertar.  Pouco tempo se passou e a ação virou um sucesso gigantesco. 5 mil leads gerados sem gastar 1 centavo com anúncios.

A lição que tirei foi essa: fez cagada? Conserta rápido e não gasta 1 segundo chorando ou lamentando.

O engraçado é que esse é um mecanismo quase que natural do ser humano. Pense nisso, quando somos bebês e temos um problema, é só chorar que vem alguém resolver nosso problema.

Ficamos condicionados nesse hábito e isso é bem perigoso. Por isso, uma das melhores coisas que você pode fazer é ser proativo e resolver problemas rapidamente.

 

Essas foram algumas das lições que aprendi diretamente com meus entrevistados. Pessoas incríveis com resultados incríveis.

O interessante é que aprendi várias outras coisas nesse processo de gravar as entrevistas, mas não diretamente com meus entrevistados.

Essas são as lições que vou chamar de “bônus”.

 

Bônus – lições que aprendi comigo mesmo

 

1 – O poder dos prazos

Eu tinha essa ideia do podcast por mais de 2 anos. Nunca tirei do papel. Até que decidi de uma vez por todas uma data de lançamento. Dia 31/03.

Adivinha o que aconteceu? Dia 31/03 lá estava meu podcast no Soundcloud.

Essa é uma das melhores dicas para ser mais produtivo, e se baseia na Lei de Parkinson, que diz o seguinte: “O trabalho se expande de modo a preencher o tempo disponível para a sua realização.”.

É só pensar seus tempos de escola. Quantos trabalhos você não deixou de última hora?

Por isso, comece a dar prazo para os seus objetivos, e não só isso, mostre seus prazos para várias pessoas. A pressão social vai fazer você trabalhar muito mais concentrado e você vai levar seus prazos muito mais a sério.

 

2- Melhoramento continuo

Olha, vou ser bem sincero que o podcast ainda não está da forma que imaginei. Ainda não consegui deixar o som da maneira que queria  e ainda não consegui automatizar vários processos.

Mas, não tem como eu melhorar se não tentar.

Eu comecei a gravar minhas entrevistas com um software gratuito de gravação do Skype.

Deu mer**.

Perdi a primeira entrevista que tinha feito com o Gabriel Costa. Então, fui atrás de um software melhor, pago, mas ainda no Skype. Gravei mais 4 entrevistas e …

Deu mer** de novo.

Me senti um completo novato. Mas, graças a dica do Braulio Medina, comecei a usar o Zoom.

Deu certo.

Agora gravo todas minhas entrevistas no zoom, que tem qualidade melhor e que não corrompe arquivos depois de serem gravados.

E melhor ainda, em vez de ficar me perguntando se algo vai dar certo ou não, e para eliminar as chances de ficar em paralisia por análise, eu preferi agir. E essa é a outra lição que tirei.

 

3- Melhor fazer do que esperar – actions beats everything

Não lembro quem disse isso, mas é mais ou menos assim:

“Progresso atropela qualquer outro sentimento”. Não tem como você se sentir triste, frustrado, indeciso ou qualquer outra coisa se você estiver fazendo progresso em relação a algum objetivo.

Percebi isso bem.

Em vez de ficar preocupado e receoso, preferi progredir um pouco sempre.

Fazer o logo um dia, escrever a intro no outro, marcar a entrevista em outro, etc…

O progresso diante do meu objetivo – lançar um podcast – faz com que eu trabalhe melhor e mais focado em cada uma das etapas que me levaram ao seu lançamento. E dessa maneira eu continuo um loop positivo.

O progresso me leva a mais progresso.

Mas ele só começa se você tiver esse 4º ponto na cabeça.

 

4- Mentes orientadas a objetivos

Nós, seres humanos somos naturalmente movidos por objetivos.

Pense bem nisso. Sua vida sem objetivos não tem muito sentido. Se você não tem objetivos, sua vida vai ficar monótona uma hora ou outra.

Por isso que o podcast é apenas o começo para mim… tenho objetivos tão grandes e ousados que vai parecer arrogante ou pretensioso demais se eu falar em público…

E isso que me move todo dia. Quero chegar no próximo objetivo. Depois o próximo, e o próximo.

Quero usar minha criatividade e minha disciplina para feitos incríveis e só estou começando.

Nada vai me parar. E nada deve nos parar.

Queremos hackear o crescimento de nossas empresas, então, por que não hackear o crescimento de nós mesmos?

Por que não enxergar uma lição em qualquer momento? Por que não enxergar cada momento como único, e como algo potencialmente incrível.

Atualmente tenho tantas ideias que o meu novo problema é de filtragem. Mas então, estimulo minha mente para ter ideias sobre como filtrar minhas ideias.

Sim, bem meta.

E como eu sei se minhas ideias são boas? Com um bom processo. E bom processo só é criado por uma boa mensuração. Na verdade:

 

5 – O que é medido, é melhorado

Peter Drucker, um dos maiores administradores de todos os tempos tem essa frase famosa:

“O que é medido, é melhorado”.

Pensando nisso, resolvi dar uma de nerd (não que eu não seja). Eu cronômetro todo tempo que gasto – com qualquer atividade – usando o Tooggl. Dessa maneira, sei dizer quanto tempo estou gastando para gravar, promover, editar, e fazer qualquer coisa do GrowthCast.

Não só isso, mas ainda separei o processo do podcast em 27 passos até agora.

Depois de listar esses 27 passos, agora tenho a seguinte tarefa:

Analisar cada passo e entender o que eu posso: eliminar, automatizar e delegar.

Creio que esse framework vem do Tim Ferriss, e para o meu podcast, vai significar mais ou menos isso:

Eliminar: que parte do processo não tem interferência nenhuma com o resultado final? O que posso eliminar? Exemplo: percebi que em vez de ficar combinando horário com meus guests, eu posso mandar 3 sugestões de horário e então mandar o link do meu calendário (usando o serviço do youcanbook.me) para que o próprio guest marque o horário e receba o invite. Dessa maneira, eliminei 3 passos em uma tacada.

Automatizar: pense no tempo perdido que vou ter ao ter que subir cada episódio novo em cada diretório. Ou no tempo para promover o episódio em cada rede social. Pensando nisso, começo a ter ideias de que ferramentas posso usar para automatizar esse processo. Usando um zapier, por exemplo, consigo automatizar vários dessas ações para fazer tudo sempre de uma única vez.

Delegar: que passos posso mandar alguém fazer por mim? As vezes esquecemos disso, mas para que perdemos tempo fazendo tarefas rasas se você pode delegar essa tarefa para alguém que pode fazer ela para você? Pensando nisso, comecei a ir atrás de assistentes virtuais e em vez de contratar alguma delas de uma única vez, eu contratei duas (com dois preços bem diferentes) e comecei a analisar o desempenho de cada uma. No final, terei uma resposta boa de qual tem um custo benefício melhor.

 

— Call to Action —

Se você gostou do que leu… você vai amar o que vai ouvir!

Já estão no ar os primeiros episódios do GrowthCast.

Para ouvir no Itunes: https://apple.co/2Egp8uo

Para ouvir no Soundcloud: https://soundcloud.com/growthcastbr

PS: deixe uma review no Itunes – isso me ajuda no ranqueamento deles.

PPS: se você estiver a fim de ganhar até R$10.000 em prêmios de marketing e growth, você tem até amanhã para participar do “Grande Sorteio De Growth”. Clique aqui para participar.